Um homem morreu após ser atropelado por um trem na manhã desta segunda-feira (7), no trecho ferroviário entre as estações Cosmos e Inhoaíba, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. O acidente ocorreu por volta das 10h30, no ramal Santa Cruz, e mobilizou equipes de segurança e resgate.
A vítima foi encontrada já sem vida por policiais militares do Grupamento de Policiamento Ferroviário (GPFer). O corpo foi removido pelo Corpo de Bombeiros, mas a identidade do homem ainda não havia sido divulgada. O caso foi encaminhado para investigação na 35ª DP (Campo Grande).

Segundo as informações divulgadas após o acidente, o homem estava na área da linha férrea quando foi atingido pela composição. Policiais do Grupamento de Policiamento Ferroviário foram chamados e encontraram a vítima sem sinais vitais.
Após a chegada das equipes, o trecho foi preservado para a realização da perícia. A ocorrência foi posteriormente encaminhada à 35ª Delegacia de Polícia (Campo Grande), responsável pela investigação das circunstâncias da morte.
O corpo foi retirado do local por equipes do Corpo de Bombeiros do quartel de Santa Cruz. Até o momento, a vítima não havia sido identificada oficialmente.
Em nota, a TrensRJ lamentou o acidente e informou que seus agentes foram acionados depois que o homem teria acessado a linha férrea de maneira irregular. A concessionária reforçou que a faixa ferroviária é destinada exclusivamente à circulação das composições e alertou sobre o perigo de atravessar ou permanecer em áreas não autorizadas.
Segundo caso fatal em menos de uma semana
O atropelamento desta segunda-feira acontece poucos dias depois de outra ocorrência com morte na malha ferroviária do estado. Na terça-feira (1º), Rosimery Fernandes Lessa da Silva, de 60 anos, morreu após ser atingida por um trem no bairro da Luz, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.
De acordo com a TrensRJ, Rosimery entrou na área dos trilhos por uma abertura irregular em um muro próximo à estação. No dia seguinte ao acidente, equipes da concessionária voltaram ao local e fecharam o acesso clandestino.
A empresa informou ainda que promove ações de conscientização para alertar moradores sobre os riscos de entrar na faixa ferroviária por pontos não autorizados. Segundo a concessionária, além de colocar pedestres em risco, esses acessos podem provocar a necessidade de redução da velocidade dos trens para garantir a segurança de passageiros, funcionários e demais pessoas que circulam nas proximidades da ferrovia.




