Uma mulher foi presa em Maricá, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, suspeita de aplicar um golpe contra uma idosa ao se apresentar como funcionária pública. Segundo a Polícia Civil, a investigada teria utilizado um crachá para ganhar a confiança da vítima, em Itaboraí, e conseguir acesso a documentos pessoais e ao celular, possibilitando a realização de empréstimos, abertura de contas bancárias e outras transações financeiras sem autorização.
A prisão foi realizada por agentes da 76ª DP (Niterói), após o avanço das investigações iniciadas com a denúncia apresentada pela filha da vítima. A Polícia Civil continua apurando o caso para identificar possíveis comparsas e verificar se outras pessoas foram prejudicadas pelo mesmo esquema criminoso.

As investigações começaram depois que a filha da idosa procurou a delegacia para denunciar prejuízos financeiros sofridos pela mãe. A partir do relato, os policiais iniciaram diligências para identificar a responsável pelas fraudes e esclarecer como os dados da vítima haviam sido utilizados.
De acordo com a Polícia Civil, a suspeita foi até a residência da idosa, em Itaboraí, utilizando um crachá para aparentar vínculo com um órgão público. A estratégia teria sido empregada para conquistar a confiança da moradora e facilitar o acesso a documentos pessoais e ao aparelho celular.
Com as informações obtidas, segundo os investigadores, foram realizados empréstimos, abertura de contas bancárias e diversas movimentações financeiras sem o conhecimento ou autorização da vítima. Os prejuízos causados estão sendo analisados durante o andamento das investigações.
Após identificar a suspeita, equipes da 76ª DP localizaram a mulher em Maricá e cumpriram um mandado de prisão pelo crime de estelionato. A Polícia Civil informou que as apurações continuam para verificar a participação de outras pessoas na fraude e identificar possíveis novas vítimas.
A corporação também reforçou o alerta para que moradores confirmem a identidade de qualquer pessoa que se apresente como servidor público antes de fornecer documentos pessoais, informações bancárias ou permitir acesso a aparelhos eletrônicos, reduzindo o risco de novos golpes.




